
Esse é o começo da carta que nunca será lida, endereçada ou até mesmo entendida – por mais que para mim faça o maior sentido do mundo.
É a carta daqueles que não tem voz, daqueles que têm por quem gritar mas não tem coragem. Dos mal amados, dos que sofrem, dos que fazem sofrer, dos que já cansaram de viver da utopia. Isso é para os que insistem em beber na mesma taça, e para aqueles que já trocaram seus copos faz tempo.
Essa carta é para aliviar os neurônios, restaurar os ânimos, procurar o amor perdido.
É – também – para dizer o quanto eu cansei de entender os outros e de ser entendida. Cansei dos pseudo-revolucionários inrustidos, os que pensam que amam, os que tem medo de serem amados. É pra você. Pro que eu fui.
pra quem
mata pra
não morrer.
pra quem morre
por ter medo
de matar.
Com amor, Eu.
Eu, simplesmente, me apaixonei pelo seu blog. Você escreve MUITO bem! Parabéns. *-*
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