
E foi bem ali, no final da tarde, dentro de um ônibus com os rostos mais estranhos do mundo, debaixo da chuva mais ridicula da história de São Paulo, que eu não pensei - pela primeira vez, talvez - no meu próprio bem, e sim no faria bem pra ti.
Meu orgulho escorreu pela janela junto com as gotas da chuva e se perdeu no meio do pixe do asfalto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário