Ela foi se apagando de sua mente. O cheiro dela pelo qual ele vivia embebedado começou a se diluir no ar. As juras de amor viraram palavras. E as músicas viraram nada. O que restou foi a covardia, e até mesmo a raiva. Não dela. De si.
E enquanto ela andava, com seus tênis sujos e cachos voando, ele se lembrava de tudo o que passaram. Ele a olhou ir embora por mais algum tempo. Suspirou. E começou a andar enquanto dizia: ''Então tá, também te amo!''
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