Estava tentando pensar em algo bonito pra escrever, algo puro. Falhei. Tava lendo meus posts outro dia, além da vergonha que senti, percebi que não passo muito do que sou nos meus textos. É só depressão, depressão, depressão. Amores e perdas. Nunca falei sobre outra coisa. Não sei se pretendo falar ou se vou falar sobre algum assunto alternativo ou dinâmico, mas talvez seja só sobre o amor que eu sei falar.
Aí você pensa que eu sou egocêntrica, que acho que sei o que é o amor. Mas, cara, a verdade é que sei de porra nenhuma! Escrevo porque amo. Mas não amo porque gosto, porque sei que amor talvez não exista. E por mais clichê que vá aparentar, talvez eu só saberei o que é quando eu senti-lo. Mas senti-lo de verdade mesmo. O amor no seu estado inicial. Amor é ação, verbo, sinônimo, adjetivo e antônimo. Amor é tudo. Amor é nada. Eu sou nada.
Como dizia Bukowski: 'o amor é uma forma de preconceito'. E nunca concordei tanto com ele.
Aí você pensa que eu sou egocêntrica, que acho que sei o que é o amor. Mas, cara, a verdade é que sei de porra nenhuma! Escrevo porque amo. Mas não amo porque gosto, porque sei que amor talvez não exista. E por mais clichê que vá aparentar, talvez eu só saberei o que é quando eu senti-lo. Mas senti-lo de verdade mesmo. O amor no seu estado inicial. Amor é ação, verbo, sinônimo, adjetivo e antônimo. Amor é tudo. Amor é nada. Eu sou nada.
Como dizia Bukowski: 'o amor é uma forma de preconceito'. E nunca concordei tanto com ele.
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